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Córsega, França

31 dez

Córsega - Ilhas de Lavezzi

Córsega é a quarta ilha do Mar Mediterrâneo por extensão (depois da Sicília, Sardenha e Chipre), à oeste da Itália, constituindo uma região administrativa da França. É dividida em dois departamentos, Alta Córsega e Córsega do Sul. Separada da Sardenha por um curto trecho do Estreito de Bonifácio  emerge como uma enorme cadeia de montanhas rica em florestas do Mar Mediterrâneo, marcando a fronteira entre a parte ocidental do Mar Tirreno e o Mar Lígure. É universalmente conhecida como o berço de Napoleão (nascido em 1769 em Ajaccio, um ano após a ilha ser ocupada pelo Reino da França). Sua capital e maior cidade é Ajaccio que também capital da Córsega do Sul, enquanto Bastia, a segunda maior cidade, é a capital da Alta Córsega. Outras localidades importantes são Porto-Vecchio, Borgo, Corte e Calvi. Hoje, a Córsega é um dos destinos turísticos mais procurados na Costa Mediterrânea. Além do turismo, a Ilha se destaca pela fabricação e exportação de suas deliciosas iguarias gastronômicas, como queijos, vinhos, salames e biscoitos, pelos belos trabalhos de cutelaria (facas produzidas artesanalmente e que trazem o símbolo da região) e pelas exóticas jóias elaboradas a partir de Corais e das conchas “turbo”(símbolo da lenda dos olhos de Sainte Lucie).

Pontos de interesse

Monte Cinto: É o ponto culminante da Córsega. O topo está a 2706 metros de altitude, o que adicionado ao fato de estar numa ilha o torna numa das montanhas da Europa de maior proeminência topográfica.

Palácio de Bonaparte: Localizada em Ajaccio, a casa em que Napoleão Bonaparte nasceu em 1769 é preservada e atualmente funciona como um museu.

Catedral de Ajaccio: É uma catedral católica romana barroca e maneirista localizada em Ajaccio. É a sede do Bispo de Ajaccio ea sufragânea da Arquidiocese de Marselha. A catedral é dedicada à Virgem Maria.

Vieux Port:  É uma das partes mais maravilhosas da Bastia. Altos prédios desbotados cercam uma marina repleta de iates de luxo.

Estreito de Bonifácio: É um estreito de mar que separa a Sardenha da Córsega, no mar Mediterrâneo. Estas ilhas que distam no ponto mais próximo cerca de 11 km. O nome provém da cidade corsa de Bonifácio. Permite ligar o mar da Sardenha (a oeste) com o mar Tirreno (a leste) e tem uma largura de 15 a 20 km, com uma profundidade máxima de 100 m.

Ilha de Cavallo: Cavallo é uma pequena ilha no mar Mediterrâneo entre a Córsega e Sardenha, no estreito de Bonifacio. É uma ilha privada, a única habitada no arquipélago das ilhas Lavezzi. É território francês, embora tenha pertencido a Itália no passado. Tem cerca de 800m de comprimento, e um pequeno porto. Cavallo é conhecida por praticantes de golfe e vela, havendo uma pequena área comercial com lojas e restaurantes. Não há circulação de automóveis na ilha, exceto veículos elétricos.

Ilhas de Lavezzi: As Ilhas de Lavezzi se encontram localizadas so sul da Córsega, perto de Bonifácio, e são um ótimo lugar para desfrutar do seu fundo rochoso, onde se pode mergulhar.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Córsega é durante os meses de maio, junho, setembro e outubro.

Informações úteis

  • Moeda: Euro
  • Idioma: Francês e Corso
  • Fuso horário: +1 (UTC)
  • Visto: Os cidadãos brasileiros que desejarem se dirigir à França em viagem turística estarão isentos da exigência de visto. Esta medida aplica-se exclusivamente às estadas inferiores a 3 meses.
  • Clima: Córsega tem um clima mediterrânico, com verões quentes e invernos secos e moderados. A temperatura média anual é de 14,5°C.
  • Maiores informações: http://www.visit-corsica.com/en/ (em inglês)

Estrasburgo, França

27 dez

Estrasburgo - La Petite France

Estrasburgo é uma comuna situada no leste da França, na margem esquerda do Rio Reno. Suas pomposas construções revelam um passado próspero, impulsionado pela localização estratégica. Estrasburgo fica na fronteira com a Alemanha e foi ponto de passagem de inúmeras rotas comerciais. Hoje, a localidade mostra aos turistas atrações como o seu centro totalmente tombado pela UNESCO e, ainda, points culturais e gastronômicos.

Pontos de interesse

Cathédrale Notre-Dame-de-Strasbourg: é a principal atração de Estrasburgo, e apresenta ao turista um ótimo exemplo da arquitetura gótica. A construção da estrutura começou em 1176 e as últimas pedras só foram colocadas em 1439. Um dos pontos altos da visita é a torre principal da catedral.

La Petite France: é o bairro mais turístico de Estrasburgo, onde está o centro histórico. Antigamente, era por lá que os pescadores moravam. Hoje, o cenário conta com incríveis casas de madeira erguidas entre os séculos XVI e XVII.

Place de la Republique: é onde acontece a vida do popular Bairro Alemão. A praça, concluída em 1918, é tão ampla que mais parece um parque. Visite o local em um dia de sol e, além de apreciar os belos monumentos instalados ali, faça um piquenique e se sinta como um morador. Aproveite também para entrar nas inúmeras lojinhas interessantes da região.

Musée d’Art Moderne et Contemporain: obras de artistas consagrados, como Monet, Picasso, Kandinsky e Brauner fazem parte da coleção permanente. Esporadicamente, há mostras de novas revelações das artes plásticas. No local, vá também ao terraço panorâmico que tem uma bela vista para Petite France.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Estrasburgo é entre os meses de maio e agosto, quando o clima é mais agradável.

Informações úteis

  • Moeda: Euro
  • Idioma: Francês
  • Fuso horário: +1 (UTC)
  • Visto: Os cidadãos brasileiros que desejarem se dirigir à França em viagem turística estarão isentos da exigência de visto. Esta medida aplica-se exclusivamente às estadas inferiores a 3 meses.
  • Clima: Estrasburgo possui um clima oceânico, com verões ensolarados e amenos e invernos frios. A temperatura média anual é de 10°C.
  • Maiores informações: http://www.otstrasbourg.fr (em francês)

Zurique, Suíça

25 dez

Zurique - Grossmunster

Zurique é a maior cidade da Suíça. Centro financeiro do país, Zurique é um dos destinos mais charmosos e culturais da Europa. A arquitetura medieval combina com a bela paisagem composta pelo Rio Limmat, que corta a cidade e desemboca no Lago Zurique, enfeitado ao fundo pelos picos nevados dos Alpes. Zurique é grande o suficiente para oferecer toda a infraestrutura turística para os visitantes, mas também pequena na medida certa para que o turista a descubra por conta própria.

Pontos de interesse

Landesmuseum: O museu nacional, localizado em um prédio do século XIX, apresenta a cultura e a história do povo suíço. A coleção é variada e inclui obras de arte religiosa, artefatos do período Pré-Histórico, roupas e objetos medievais e até uma exibição que mostra a produção de relógios durante os séculos XVI ao XVIII.

Grossmunster: A emblemática catedral foi erguida em 1090, mas ampliações e reformas foram feitas até o século XIV. Destaque para os vitrais e para as janelas vermelhas e azuis do presépio, que foram criados por Augusto Giacometti em 1932.

Fraumünster: Construída em estilo gótico no ano de 853, a igreja Fraumünster é dona de um belíssimo conjunto de vitrais, criados pelo renomado pintor russo Marc Chagall.

Ütliberg: É o ponto mais alto de Zurique, acessível por uma trilha e de onde se tem uma bela vista.

Jardim Botânico: O jardim botânico tem 15 mil espéciesde plantas, incluindo alguns exemplares raros da Nova Caledônia e do sudoeste africano. Já o herbário tem nada menos do que 3 milhões de plantas.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Zurique é de junho a agosto, quando o clima é mais agradável.

Informações úteis

  • Moeda: Franco Suíço
  • Idioma: Alemão
  • Fuso horário: +1 (UTC)
  • Visto: Brasileiros não precisam de visto para entrar na Suíça para ficar até três meses no país.
  • Clima: Zurique possui um clima oceânico, e a temperatura média anual é de 9°C.
  • Maiores informações: http://www.zuerich.com/ (em inglês)

York, Inglaterra

23 dez

York - Clifford’s Tower

York é uma cidade do norte da Inglaterra, situada na confluência dos rios Ouse e Foss, no condado de North Yorkshire. Trata-se de uma das mais antigas cidades inglesas, tendo sido fundada em 71 d.C. pelos romanos. Tornou-se a capital principal do Império Romano sob o comando de Septimus Severus em 190 da era comum, mas deixou o título em 192. York poderia ser um cenário de conto de fadas. A cidade é cheia de torres imponentes de igrejas, castelos e obras de arte arquitetônicas. E também uma das poucas cidades muradas da Grã Bretanha. Não tenha medo de se perder por sua teia de estreitas ruelas medievais e em suas ruínas normandas. Não deixe também de entrar em um dos seus pubs de 400 anos. Pegue um cruzeiro de uma hora no YorkBoat, que sai quatro vezes por dia, da primavera ao outono.

Pontos de interesse

Galeria de Arte Cidade de York: A pequena coleção municipal cobre 600 anos de história (embora algumas épocas sejam tratadas muito rapidamente) e a exposição é um pouco pesada demais nas obras inglesas do século 19. Vale a pena, entretanto, pela grande quantidade de trabalhos do artista natural de York, William Etty, e por suas criativas exposições temporárias.

York Minster: Esta é a maior igreja gótica ao norte dos Alpes, e só o tamanho do prédio cor de mel já dá uma idéia da sua importância para a Igreja na Inglaterra Medieval. O prédio começou a ser construído nos anos 1220 pelo arcebispo Walter de Grey e demorou 250 anos para ficar pronto. A janela leste da catedral (Great East Window, 1405-08) tem o maior conjunto de vitrais medievais do mundo.

Clifford’s Tower: Um dos marcos mais famosos de York, a imensa torre fica em um morro, erguida por William, o Conquistador, para que conseguisse ficar de olho nos cidadãos encrenqueiros. A torre normanda foi destruída pelos habitantes locais em 1109, quando os judeus da cidade abrigaram-se ali. Em vez de se entregarem, cometeram suicídio. A atual estrutura é de 1245.

Castelo Howard: Esse castelo maravilhoso, construído em um grande jardim, foi projetado por Nicholas Hawksmoor, também responsável pelo Palácio de Blenheim. O prédio barroco é uma obra de arte arquitetônica – não é de se estranhar que tenha sido escolhido como cenário do filme Memórias de Brideshead.

Quando visitar?

A melhor época para visitar York é de abril a setembro, quando a temperatura sobe, chegando a 22°C em média. Entre novembro e fevereiro, o inverno derruba os termômetros para aproximadamente 4°C.

Informações úteis

  • Moeda: Libra esterlina
  • Idioma: Inglês
  • Fuso horário: +0 (UTC)
  • Visto: Se você pretende ir para o Reino Unido para uma visita de curta duração (até seis meses), você geralmente não precisa de visto. No entanto,  você deve levar documentos com você para mostrar para os oficiais de imigração na fronteira do Reino Unido.
  • Clima: York tem um clima temperado, com quatro estações distintas. A temperatura média anual é de 10°C.
  • Maiores informações: http://www.visityork.org/ (em inglês)

Viena, Áustria

15 dez

Viena - Hofburg

Viena – a capital da Áustria, centro cultural e político do país – é uma cidade antagônica. Ao mesmo tempo em que encontramos palácios imperiais, igrejas góticas e outros edifícios históricos de inigualável valor, sentimos o dinamismo da modernidade e a agitação da vida contemporânea. A cidade de Mozart, Beethoven e Schubert, entre outros, é uma capital que reflete a elevada qualidade de vida de seu país. Viena está repleta de jardins magnificamente cuidados, extensas áreas verdes e zonas de esportes aquáticos. Suas ruas são limpas e seguras, o transporte público é eficiente e pode-se passear tranquilamente por toda a cidade a pé ou em bicicleta.

Pontos de interesse

Palácio Schönbrunn: À primeira vista, o palácio de Schönbrunn imediatamente remete ao castelo de Versalhes, na França. Não menos imponente, mas mais comedido em suas dimensões, esse palácio oferece uma excelente perspectiva da suntuosidade do período imperial austríaco, principalmente em seu interior, que mescla afrescos em seus tetos, lustres magníficos, ornamentos luxuosos e salas temáticas extraordinariamente decoradas, como o salão circular chinês, que por uma entrada secreta exibe papéis de parede antiquíssimos e porcelanas que se camuflam entre suas paredes.

Palácio Hofburg: O palácio mais importante da cidade proporciona uma viagem aos tempos do Império. Dividido em três blocos, o conjunto abriga os apartamentos imperiais, com seus móveis, lustres, espelhos e tapetes suntuosos; uma ala inteirinha dedicada à imperatriz Sissi (uma das figuras mais encantadoras e carismáticas da história austríaca, que Romy Schneider eternizou numa trilogia famosa em Hollywood) e as salas que guardam o nababesco tesouro dos Habsburgo.

Wurstelprater: O parque de diversões Wurstelprater foi estabelecido em 1766 e se mantém em pleno funcionamento até os dias de hoje. Com ares nostálgicos, o parque parece um cenário saído direto do filme “Zumbilândia”. No Wurstelprater há duas opções de “Chapéu Mexicano”. Uma menor, para crianças, e o maior brinquedo do tipo no mundo, com 117 metros de altura.

Museumsquartier: Este complexo de museus, cafés, lojas e restaurantes, espalhados por uma praça onde acontecem shows e outros eventos, é um dos grandes representantes da Viena moderna. Entre os museus, o Leopold tem a maior coleção de Schiele e também bons representantes de Klimt, dois dos nomes mais renomados da arte austríaca. No Mumok, uma coleção de arte moderna e contemporânea se distribui por um caixote de basalto. No Kunsthalle, o forte são as exposições temporárias de fotos, vídeos e arte multimídia.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Viena é de maio a outubro.

Informações úteis

  • Moeda: Euro
  • Idioma: Alemão
  • Fuso horário: +1 (UTC)
  • Visto: Brasileiros estão isentos de visto à turismo/negócios para a Áustria para permanência de até 90 dias.
  • Clima: Viena tem um clima continental úmido. A cidade tem verões quentes com temperaturas médias elevadas, de 22°C a 26°C, com máximas superiores a 30°C e mínima em torno de 15°C. Os invernos são relativamente frios, com temperaturas médias em torno do ponto de congelamento, e queda de neve que ocorre principalmente entre dezembro e março. A primavera e o outono são suaves.
  • Maiores informações: http://www.wien.info/en (em inglês)

Verona, Itália

14 dez

Verona - Casa di Giulietta

Verona é a segunda maior cidade da região do Vêneto, depois de Veneza, e segunda maior sede de ruínas romanas na Itália, depois de Roma. Verona, às margens do rio Adige, foi feita para caminhar. A cidade é um dos locais onde se passa a história da peça “Romeu e Julieta” escrita por William Shakespeare. No centro da cidade existe uma vila onde, pelo que conta a história, Julieta morava. Este é um grande marco da cidade, que recebe a fama de cidade dos namorados, atraindo centenas de turistas. Passa-se também parte da história de William Shakespeare “A Megera Domada”.

Pontos de interesse

Casa di Giulietta: apesar de Romeu e Julieta ser uma obra fictícia, muita gente jura que seus protagonistas de fato existiram. Este é o seu santuário oficial. Trata-se de um lindo casarão com jardim interno que, há um século, foi reformado para receber os devotos da saga do trágico casal. No pátio está a estátua de bronze de Julieta, cujo seio direito, segundo reza a lenda, traz boa sorte a quem o toca. A varandinha do andar superior é o cenário perfeito para o romance de Shakespeare.

Arena di Verona: Terceiro maior anfiteatro romano do mundo, sobreviveu até a um terremoto no século 12 e, perto de completar 2 mil anos, ainda sedia concorridas apresentações. A programação inclui o tradicional Festival de Óperas – no verão – e também concertos de rock.

Museu Cívico de Castelvecchio: é um museu localizado no castelo medieval de mesmo nome. Restaurado pelo arquiteto Carlo Scarpa, entre 1959 e 1973, tem realçada o exterior da construção e objetos expostos. O estilo arquitetônico único de Scarpa é visível nos detalhes dos portais, escadarias, mobiliário e mesmo acessórios desenhados para manter um pedaço específico do trabalho artístico. O museu expõe uma coleção de escultura, estátuas, pinturas, armamento antigo, cerâmicas, trabalhos em ouro e alguns sinos antigos.

Palazzo dei Diamanti: é um palácio situado na Via Enrico Noris (esquina com a Via Anfiteatro). Recebe o seu nome divido às “pedras em ponta de diamante” que decoram a sua fachada, à semelhança do que acontece com o mais conhecido Palazzo dei Diamanti de Ferrara.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Verona é durante a primavera ou durante o verão europeu.

Informações úteis

  • Moeda: Euro
  • Idioma: Italiano
  • Fuso horário: +1 (UTC)
  • Visto: Brasileiros que desejam viajar para a Itália e permanecer no país por até 90 dias, não precisam apresentar um visto na hora do desembarque.
  • Clima: Verona tem um clima continental. No verão as temperaturas são bastante elevadas, e no inverno o clima é rígido. A temperatura média no verão é de 24°C, enquanto a temperatura média no inverno é de 1°C.
  • Maiores informações: http://www.tourism.verona.it/it (em italiano)

Veneza, Itália

13 dez

Veneza - Gôndolas

Veneza é uma cidade e comuna italiana da região do Vêneto, província de Veneza no nordeste da Itália. A cidade é classificada como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Veneza é na atualidade uma cidade de artes por excelência, erguida no meio de um lago, com ruas aquáticas onde veículos (o que inclui ambulâncias, carros funerários, ônibus etc.) são barcos, tudo circundado por vielas, becos, pontezinhas e praças com todos aqueles dourados e surpreendentes detalhes escondidos em sua arquitetura bizantina. Tudo fruto da miscelânea de povos que passaram pela cidade, que foi importante ponte entre Ocidente e Oriente. Veneza é muito mais que cafés caros e gôndolas de um gosto romântico discutível. Veneza é uma amostra de onde a criatividade do homem pode chegar. E ela inspira criatividade.

Pontos de interesse

Gôndolas: as românticas embarcações também são uma opção aos casais apaixonados – e que se dispõem a pagar caro pelo passeio. Existem em torno de 426 gondoleiros espalhados pela cidade.

Basílica de São Marcos: é a mais famosa das igrejas de Veneza, e um dos melhores exemplos da arquitetura bizantina. Localizada na Praça de São Marcos, ao lado do Palácio dos Doges, a basílica é a sede da arquidiocese católica romana de Veneza desde 1807.

Palácio Ducal: é um símbolo da cidade de Veneza e uma obra-prima do gótico veneziano. O palácio atual foi construído entre 1309 e 1424. Giovanni Bon e Bartolomeo Bon criaram a chamada Porta della Carta, um monumental portão em estilo gótico tardio na Piazzetta, ao lado do palácio. Antiga sede do Doge de Veneza e da magistratura veneziana, seguiu-lhes a história, dos alvores à queda, e é hoje sede do Museo di Palazzo Ducale e faz parte da Fondazione Musei Civici di Venezia.

Galleria Dell’academia: um clássico local, promove uma viagem por cinco séculos de arte veneziana. Farto em obras de Tintoretto, Ticiano, Tiepolo, Veronese, Canaletto, entre outros.

Praça de São Marcos: é o principal destino turístico de Veneza, com permanente abundância de fotógrafos, turistas e pombos. Atribui-se a Napoleão Bonaparte, embora muito provavelmente o deva fazer-se a Alfred de Musset, a autoria do epíteto de le plus élégant salon d’Europe (o salão mais belo da Europa). Também é um dos únicos grandes espaços urbanos numa cidade européia onde as vozes das pessoas se impõem sobre os sons do tráfego motorizado, o qual está restrito aos canais da cidade.

Quando visitar?

Os melhores meses para visitar Veneza são maio, junho, setembro e outubro.

Informações úteis

  • Moeda: Euro
  • Idioma: Italiano
  • Fuso horário: +1 (UTC)
  • Visto: Brasileiros que desejam viajar para a Itália e permanecer no país por até 90 dias, não precisam apresentar um visto na hora do desembarque.
  • Clima: O clima de Veneza tende para o regime continental, e pode ter Invernos rigorosos e verões quentes. A temperatura média anual é de 10ºC.
  • Maiores informações: http://www.turismovenezia.it/ (em italiano)

 

Varna, Bulgária

12 dez

Varna - Ponte Asparuhov

Varna é a terceira maior cidade da Bulgária. Localiza-se no distrito de Varna e é banhada pelo Mar Negro. A cidade é uma estância balnear, a principal da Bulgária, com praias extensas e famosas. É também cidade industrial, com fábricas metalúrgicas, mecânicas, químicas, alimentícias, têxteis e de curtidos. Varna tem alguns dos melhores e mais antigos museus, empresas de artes e festivais de arte do país e é conhecida por suas tradições centenárias em artes visuais, música e publicação de livros, bem como por sua agitada cena da cultura pop.

Pontos de interesse

Museu Arqueológico de Varna: Fundado em 3 de Junho de 1888, o Museu Arqueológico de Varna está situado num edifício histórico, projetado em estilo neo-renascentista pelo famoso arquiteto Petko Momchilov e construído entre 1892-1898 para a Escola de Meninas de Varna. Um dos maiores museus da Bulgária, possui 2.150 m² de área de exposição e exibe objetos das épocas pré-históricas, trácias, gregas e romanas que retratam a história da região.

Museu Naval: um dos símbolos de Varna, esse belo edifício foi construído em 1890. A exposição mais valiosa é o torpedeiro “Drazki”, colocado lá em 1957, conhecido por torpedear o cruzeiro turco “Hamidie” em 12 de novembro de 1912, durante a guerra dos Balcãs. Este é o único navio de seu tipo a ser preservado até hoje.

Ponte Asparuhov: é uma ponte que liga o bairro Asparuhovo ao resto da cidade ao longo dos canais entre o Mar Negro e o lago de Varna. A ponte possui 2,05 km de comprimento e 50m de altura, pesando 3.200 toneladas, e possui tráfego significativo, com 10.000 veículos cruzando a cada 24 horas. Hoje a Asparuhov também é um lugar onde os fãs de esportes radicais se encontram, pois a ponte é um local favorável para saltos de bungee jump.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Varna é de maio a outubro.

Informações úteis

  • Moeda: Lev
  • Idioma: Búlgaro
  • Fuso horário: +2 (UTC)
  • Visto: Brasileiro não necessitam de visto para entrar na Bulgária  à Turismo ou Negócios, para permanência de até 90 dias.
  • Clima: Varna tem um clima subtropical úmido. As temperaturas no verão normalmente variam entre 20ºC e 25ºC durante a noite e 27ºC e 35ºC durante o dia. Em temperaturas de inverno são cerca de 0ºC à noite e 10ºC durante o dia.
  • Maiores informações: http://www.varna.info/ (em inglês)

Varsóvia, Polônia

9 dez

Varsóvia - Castelo Real de Varsóvia

Varsóvia é a capital e maior cidade da Polônia. Para muitas pessoas, o nome Varsóvia traz lembranças meio cinzentas, do sombrios períodos do domínio nazista e da ocupação soviética. Apesar de uma nova cidade abrir-se aos turistas, não há como contornar as marcas da história. Varsóvia ficou arrasada depois da Segunda Guerra Mundial, e quase tudo do que se vê hoje foi reconstruído nas últimas décadas. O belo Centro Antigo (Stare Miasto), refeito tijolo por tijolo segundo maquetes, fotos e quadros antigos, foi declarado pela UNESCO, em 1980, Patrimônio Cultural da Humanidade. Além do lado histórico, Varsóvia tem um viés cultural que so cresce desde a queda do Comunismo. Novos clubes, teatros, centros culturais e restaurantes abriram as portas nos últimos anos e tornaram a cidade muito mais vibrante.

Pontos de interesse

Castelo Real de Varsóvia: é um antigo palácio real polaco que serviu de sede ao Sejm e ao senado da Rzeczpospolita, vindo a ser também residência oficial aos Reis da Polônia. Situa-se na Plac Zamkowy (Praça do Castelo), à entrada da Cidade Velha. O castelo é um símbolo da soberania e da história polaca. As suas origens somam quase sete séculos e a sua presente estrutura evoluiu por fases desde o século XIV.

Centro Velho: o Centro Velho de Varsóvia na verdade é muito novo. Totalmente destruído na II Guerra Mundial, foi totalmente reconstruído, e o resultado é esplendoroso. O Centro Velho hoje é a alma de Varsóvia e seus “antigos” edifícios mal dão pistas de que têm apenas algumas poucas décadas de idade. O próprio Castelo Real só teve sua reconstrução iniciada em 1971, sendo reinaugurado em 1984. Um momento de redenção e unidade nacionais durante o igualmente doloroso período comunista.

Museu do Levente de Varsóvia: é um emocionante e muito bem montado memorial que retraça a história, os momentos-chave e os personagens – famosos e desconhecidos – do ato final da resistência polonesa à ocupação nazista. As exposições permanentes trazem inteligentes soluções multimídia, relatos emocionantes, armas, meios de transporte, muitas fotografias, uniformes e também uma área dedicada às crianças e jovens que colaboraram nas linhas de combate. Na parte exterior do edifício está uma longa parede-memorial, com o nome daqueles que combateram pela liberdade na Polônia.

Palácio da Cultura e Ciência: o arranha-céu, símbolo de Varsóvia, foi um presente de Josef Stalin, que queria manter a influência sobre o país no pós-guerra. O prédio mais parece um bolo de aniversário e é, hoje, um palco cultural. Do terraço no último andar, uma bela vista do centro.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Varsóvia é de maio a setembro.

Informações úteis

  • Moeda: Zloty
  • Idioma: Polonês
  • Fuso horário: +1 (UTC)
  • Visto: Brasileiros estão isentos de visto à turismo/negócios para permanência de até 90 dias.
  • Clima: O clima de Varsóvia é continental úmido, com invernos relativamente frios e verões suaves. A temperatura média é de -3°C em janeiro e 19°C em julho. As temperaturas podem chegar muitas vezes a 30°C no verão.
  • Maiores informações: http://www.warsawtour.pl/en (em inglês)

Valência, Espanha

7 dez

Valência - Jardins do Turia

Valência é a capital e a mais populosa cidade da Comunidade Valenciana e a terceira mais populosa da Espanha. É uma cidade muito antiga, sendo referenciada já no século II a.C., e foi fundada em 138 a.C. Com uma longa história, diversos museus, tradições populares como as Fallas e a proximidade ao Mar Mediterrâneo, é uma das cidades mais conhecidas e visitadas da Espanha.

Pontos de interesse

Torres de Quart e Torres de Serranos: Torne-se num verdadeiro cavaleiro medieval e entre na cidade antiga atravessando as suas portas de acesso da época. Ambas as torres são exemplos de construções militares do gótico civil tardio e contribuem para dar à cidade um aspeto singular.

Lonja de la Seda: Um dos edifícios mais representativos do gótico civil na Europa, declarado pela UNESCO Patrimônio Histórico da Humanidade. Contemple a sua fachada de pedra com esculturas e  gárgulas junto às perfeitas proporções das suas portas e janelas.

Mercado Central: Um dos maiores mercados da Europa, situado no interior de uma joia da arquitetura pré-modernista. Sinta os odores da horta, aprecie os produtos mediterrânicos e desfrute da gastronomia da terra.

Oceanogràfic: Trata-se do maior aquário da Europa, com capacidade para abrigar 45.000 seres vivos de 500 espécies diferentes. Nele estão representados os principais ecossistemas marinhos do planeta em diferentes edifícios, que abrigam cada um dos mares e oceanos do planeta: Mediterrâneo, zonas úmidas, temperadas e tropicais, oceanos, antártico, ártico, ilhas, mar vermelho-auditório submarino, restaurante submarino e delfinário.

Praça da Câmara Municipal: De arquitetura eclética e forma triangular, alegram a sua paisagem a fonte central e as coloridas bancas de flores. Está rodeada de alguns dos edifícios e lugares mais representativos da cidade como a Praça de Touros, a Estação do Norte, a Câmara Municipal de Valência, o Edifício dos Correios ou a Praça Redonda, entre outros. É conhecida e importante por ser o lugar onde se celebram todas as “mascletàs” que têm lugar durante o mês de março e as “Fallas”.

Marina Real e praias de Valência: Na Marina Real Juan Carlos I encontram-se os Tinglados do séc. XIX, o edifício do Relógio e o edifício Veles e Vents, emblema da nova Marina. É de destacar os seus locais comerciais, esplanadas e restaurantes, que têm vistas maravilhosas. A poucos metros, encontram-se as praias de El Cabanyal (Las Arenas) e a Malvarrosa, com o seu atrativo passeio marítimo. Recomendamos provar uma estupenda paelha num dos seus restaurantes ou beber um copo num dos seus atrativos estabelecimentos. Para os que preferem praias mais selvagens, recomendamos a praia de El Saler, junto ao Parque Natural de la Albufera.

Parque Natural de la Albufera: O Parque Natural de la Albufera transporta-nos para um mundo de natureza em estado puro onde os únicos sons que se ouvem são os cantos dos pássaros ou o som da água. Protegido contra a ação humana, situa-se apenas a 10 km da cidade. Visitá-lo é entender a paixão do valenciano pelo meio ambiente e descobrir as origens da gastronomia valenciana.

Jardins do Turia: Um jardim de 9 km situado no antigo leito do Rio Turia, constitui um autêntico espaço verde que atravessa a cidade de oeste a este até chegar à Cidade das Artes e Ciências. Percorra-o de bicicleta ou viajando de comboio. Além disso, será imprescindível fazer uma parada no Palau de la Música e desfrutar das pontes mais singulares que o cruzam de norte a sul.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Valência é em maio ou junho, que é quando a paisagem local está no seu melhor.

Informações úteis

  • Moeda: Euro
  • Idioma: Espanhol
  • Fuso horário: +1 (UTC)
  • Visto: Brasileiros estão isentos de visto de turismo/negócios para a Espanha, para permanência de até 90 dias.
  • Clima: Valência possui um clima mediterrânico e sua temperatura média anual é de 19°C.
  • Maiores informações: http://www.turisvalencia.es/pt/
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