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Mumbai, Índia

29 dez

Mumbai - Praia de Chowpatty

Mumbai, antigamente conhecida como Bombaim, é a maior cidade da Índia e a capital do estado de Maharashtra. Mumbai era originalmente um conglomerado de sete ilhas no litoral do Konkan que com o tempo foram sendo reunidas para formar a cidade-ilha Bombaim. Esta ilha depois foi juntada com a ilha vizinha de Salsette. É uma das maiores cidades do planeta. Também abriga a favela de Dharavi, a maior do mundo, e o porto mais importante do país. Sua natureza de cidade mais eclética e cosmopolita da India é simbolizada na presença de Bollywood, o centro das indústrias do cinema e TV Hindi de influência global. Mumbai é a cidade mais ocidental e mais ocidentalizada da Índia, uma interessante mescla da antiga Índia com o moderno ocidente, o ponto mais próximo de uma possível “globalização” que inclua a Índia.

Mumbai possui a maior indústria cinematográfica do mundo e todo indiano que quer fazer carreira no cinema se instala aqui. Em termos de volume bruto de produção, Bollywood supera em muito Hollywood. A tal ponto que as estrelas esquecidas do Ocidente assinam contratos para aparecer nos filmes hindus, na esperança de encontrar uma nova juventude. Aqui, os atores assemelham-se a deuses e jovens de todos os meios lutam para conseguir um pequeno papel. O pessoal do cinema mora em casas grandiosas em subúrbios barulhentos e vive sob o temor permanente de um telefonema de um chefão da máfia para extorquir-lhe dinheiro.

Pontos de interesse

Portão da Índia: É um arco gigante construído em 1911 pelos ingleses na saída do porto para comemorar a visita do Rei George V e da Rainha Mary ao país. O cartão-postal está envolto a um animado parque com encantadores de serpentes, equilibristas, mágicos, entre outros artistas de rua.

Praia de Chowpatty: Apesar de não ser uma praia própria para banho, se tornou um dos lugares prediletos da cidade para assistir ao pôr do sol. Famílias, casais de namorados, trabalhadores, empresários vão à praia para caminhar na areia, e comer salgadinhos de arroz temperado com especiarias, servidos em cones de papel.

Templo Mumbadevi: Mumbadevi é a deusa patrona da comunidade Koli, os habitantes aborígenes da cidade, e a cidade foi batizada em sua homenagem. Muitos templos têm poço dos desejos, mas aqui o desejo é deixado na madeira: os devotos acreditam que a deusa realizará os desejos se uma moeda de prata for incrustada nos parapeitos do templo.

Mani Bhavan: Mani Bhavan foi a casa de Mahatma Gandhi de 1917 a 1934 e a base do movimento de desobediência civil que ajudou a derrubar o império britânico na Índia. O museu tem muitas fotografias, pertences e cópias de cartas para personagens como Roosevelt, Churchill e Hitler.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Mumbai é entre os meses de outubro e março.

Informações úteis

  • Moeda: rúpia indiana
  • Idioma: Híndi e Inglês
  • Fuso horário: +5:30 (UTC)
  • Visto: a Índia exige visto de cidadãos brasileiros que viagem para lá, seja com a finalidade de trabalho ou turismo.
  • Clima: O clima de Mumbai apresenta duas estações definidas – a úmida e a seca. Na estação úmida, entre março e outubro, a temperatura ultrapassa 30°C, com alta umidade. As monções são características desta época do ano, entre junho e setembro, causando uma precipitação anual de 2.200 mm. A estação seca, entre novembro e fevereiro, apresenta níveis mais baixos de umidade e temperaturas moderadas. Os ventos setentrionais baixam a temperatura em Janeiro e Fevereiro. As temperaturas anuais variam entre 38°C e 11°C.
  • Maiores informações: http://www.maharashtratourism.gov.in (em inglês)
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Xangai, China

22 dez

Xangai - Museu de Xangai

Xangai, por vezes também designada pela forma inglesa Shanghai, é a maior cidade da República Popular da China e uma das maiores áreas metropolitanas do mundo, com mais de 20 milhões de habitantes. A cidade é um destino turístico famoso por seus marcos históricos, como o Bund, o Templo da Cidade de Deus, o moderno e em constante expansão centro financeiro de Pudong, onde está localizada a famosa Torre Pérola Oriental, e por sua nova reputação como um centro cosmopolita da cultura e do design. Hoje, Xangai é o maior centro comercial e financeiro na China continental e tem sido descrita como o grande exemplo da pujança da economia chinesa.

Pontos de interesse

Torre Pérola do Oriente: é uma torre televisiva localizada no distrito de Pudong, ao lado do Rio Huangpu, do lado oposto do Bund. O desenho da construção foi baseado em um poema da Dinastia Tang sobre um som assombrador feito por um alaúde. A torre foi desenhada por Jia Huan Cheng, da Shanghai Modern Architectural Design Co. Ltd.. A construção começou em 1991 e foi completada em 1995. Com seus 468m de altura, é a torre mais alta da Ásia, e a terceira mais alta torre do mundo. A torre tem três andares de observação. O mais alto, chamado Space Module (Módulo Espacial), está a 350 m de altura. Os outros dois estão a 263 m (Sightseeing Floor – andar turístico) e a 90 m (Space City – cidade espacial). Há ainda um restaurante rotativo, a 267 m de altura. O projeto também inclui instalações de exibição, restaurantes e um shopping, além de um hotel de vinte quartos chamado O Hotel Espacial (The Space Hotel) entre as duas grandes esferas.

Bund: é uma área do Distrito de Huangpu, no centro de Xangai. A área é o núcleo de uma seção da Rodovia Zhongshan dentro do antigo Assentamento Internacional de Xangai, que corre ao longo da margem ocidental do rio Huangpu, de frente para Pudong, na parte oriental do Distrito de Huangpu. O Bund geralmente se refere aos edifícios e ao cais nesta seção da estrada, bem como algumas áreas adjacentes. É um dos destinos turísticos mais famosos em Xangai. A altura das construções é restrita nessa área.

Jin Mao Tower: é um arranha-céu, atualmente é o 11º arranha-céu mais alto do mundo, com 421 metros de altura. Edificado na cidade de Xangai, foi concluído em 1998 com 88 andares. Perdeu o título de mais alto de Xangai em 2007, quando a estrutura de 493 metros do Shanghai World Financial Center foi concluída.

Museu de Xangai: é o melhor museu na China. Os seus mais de 10 000 m² de exposição incluem o que é mais importante na arte da China dividida em 11 categorias: bronze, cerâmica, pintura, caligrafia, escultura, mobiliário, jade, selos, moedas, artes das minorias, cerâmica Zande Lou, bem como várias salas de exposições temporárias. As suas coleções de bronze, cerâmica e pintura são as mais proeminentes. Dividido em salas para escultura, bronze, cerâmica, pintura, caligrafia e arte das minorias étnicas no país, este museu mostra a riqueza da arte na China de uma forma inteligente e didática.

Quando visitar?

Os melhores meses para visitar Xangai são março, abril, maio, setembro, outubro e novembro.

Informações úteis

  • Moeda: Iuan (China), Pataca (Macau), Dólar de Hong Kong (Hong Kong)
  • Idioma: Mandarim
  • Fuso horário: +8 (UTC)
  • Visto: Brasileiros necessitam de visto de entrada.
  • Clima: O clima de Xangai é clima subtropical úmido e com quatro estações bem definidas. No inverno, os ventos frios do norte da Sibéria fazem com que as temperaturas noturnas sejam negativas, embora a maioria dos anos, há apenas um ou dois dias de neve. O verão em Xangai é muito quente e úmido, com chuvas ocasionais e trovoadas fracas.
  • Maiores informações: http://www.shanghai.gov.cn (em chinês)

Tóquio, Japão

26 nov

Tóquio - Museu Nacional de Tóquio

Tóquio é a capital e uma das 47 províncias do Japão. Situa-se em Honshu, a maior ilha do arquipélago. A capital do Japão é uma das maiores megalópoles do planeta, uma imensa e pulsante mancha urbana com centenas de quilômetros de linhas de trem e metrô, dezenas de espetaculares edifícios onde matrizes de multinacionais enviam ordens a todo o planeta e milhões de pessoas andando de lá para cá. O turismo é uma das principais fontes de renda de Tóquio. Milhões de turistas, boa parte deles estrangeiros, visitam Tóquio anualmente.

Pontos de interesse

Torre de Tóquio: é um dos principais pontos turísticos de Tóquio. Foi erguida em 1958 e tem exatos 333 metros de altura, treze metros a mais que a Torre Eiffel, na qual foi inspirada. Sua latitude é de 35.658 Norte, e sua longitude é de 139.745 Leste. As duas principais fontes de renda da Torre de Tóquio são a locação da antena e o turismo. Ela funciona como uma estrutura de suporte à antena de transmissão de rádio e televisão e é um ponto turístico que sedia algumas diferentes atrações. Mais de 150 milhões de pessoas visitaram a torre desde sua abertura no final de 1958. A primeira área na qual os turistas chegam é a FootTown, um edifício de 4 andares localizado diretamente abaixo da torre. Neste lugar, os visitantes podem comer, comprar e visitar alguns museus e galerias. Elevadores que partem do primeiro andar da FootTown podem ser usados para alcançar a primeira das duas plataformas de observação, o Observatório Principal de dois andares. Pelo preço de outra entrada, os visistantes podem embarcar em um outro conjunto de elevadores no segundo andar do Observatório Principal para alcançar a plataforma de observação final – O Observatório Especial.

Palácio Imperial do Japão: também chamado Palácio Imperial de Tóquio, é a residência oficial do Imperador do Japão. A maior parte do palácio está fora do acesso público, mas a Agência da Casa Imperial organiza visitas. Por outro lado, os Jardins Orientais estão habitualmente acessíveis aos turistas. A parte mais interior do complexo fica aberta ao público apenas duas vezes por ano, no aniversário do Imperador Akihito (23 de dezembro) e no Ano Novo (2 de janeiro).

Rainbow Bridge: é uma ponte pênsil que atravessa o norte da Baía de Tóquio. Concluída em 1993, a ponte possui 570 metros e tem passarelas separadas nas faces norte e sul, o norte oferece vistas do Porto e da Torre de Tóquio, enquanto o lado sul oferece vistas da Baía de Tóquio e do Monte Fuji.

Tokyo Disneyland: é um parque temático de 465.000 m² no Tokyo Disney Resort, situado em Urayasu, Chiba, próximo de Tóquio. Seu portão principal é diretamente adjacente as estações de trem Maihama e Disneyland Tokyo. Foi o primeiro parque da Disney a ser construído fora dos Estados Unidos e foi inaugurado em 15 de abril de 1983. O parque foi construído pela Walt Disney Imagineering, no mesmo estilo da Disneylândia, na Califórnia, e ao Magic Kingdom, na Flórida. A Tokyo Disneyland e seu parque vizinho, o Tokyo DisneySea, são os únicos parques da Disney que não são propriedade da The Walt Disney Company. Há sete áreas temáticas do parque, cada uma complementando umas as outras, mas únicas em seu estilo. O parque fica lotado durante todo o ano, atraindo muitos turistas de toda a Ásia e do próprio Japão, então prepare-se para eventuais multidões. O local se assemelha mais à Disneylândia de Anaheim, Califórnia, do que a Disney World de Orlando, ou seja, um parque menor e fácil de conhecer em poucos dias.

Museu Nacional de Tóquio:  é o maior e mais antigo museu do Japão, fundado em 1872. Localiza-se no Parque Ueno, em Taito-ku. O museu é separado em alguns edifícios:

  • Honkan: apresenta uma visão geral da arte japonesa, com 24 salas de exibição. Contém peças de cerâmica, escultura, espadas, etc. desde 10,000 A.C. até o final do século XIX.
  • Toyokan: inaugurado em 1968, consiste em 10 salas de exibição dedicadas a arqueologia asiática, incluído China, península coreana, sudeste asiático, Índia, Oriente Médio e Egito.
  • Hyōkeikan: Inaugurado em 1909, é usado para exposições temporárias.
  • Heiseikan: Apresenta peças de história japonesa, incluindo cerâmica, desde 10000AC até os dias de hoje. Tem uma seção de arqueologia.
  • Hōryū-ji Hōmotsukan: é a galeria de tesouros.
  • Shiryōkan: criado em 1984, possui livros, revistas, fotografias, etc.

Quando visitar?

A melhor época para ir a Tóquio é de maio a agosto.

Informações úteis

  • Moeda: Iene
  • Idioma: Japonês
  • Fuso horário: +9 (UTC)
  • Visto: Brasileiros precisam de visto para entrar no Japão.
  • Clima: Tóquio possui um clima temperado. A temperatura média mínima é de 2ºC, com ocasional queda de neve, e a temperatura média máxima é de 32ºC. A temperatura média anual é 15°C e a precipitação anual é geralmente sob a forma de chuva e chega a 1.380 milímetros anuais.
  • Maiores informações: http://www.gotokyo.org/en/ (em inglês)

Tel Aviv, Israel

21 nov

Tel Aviv - Museu de Arte de Tel Aviv

Tel Aviv é a segunda maior cidade de Israel e por vezes referida como capital funcional do país. A cidade é um importante pólo econômico e a cidade mais rica de Israel, abrigando a Bolsa de Valores de Tel Aviv e muitos escritórios de empresas e centros de pesquisa e desenvolvimento. Suas praias, bares, cafés, restaurantes, lojas de luxo, ótimo clima e estilo de vida cosmopolita, levaram a cidade a se tornar um popular destino turístico para visitantes nacionais e estrangeiros, além de ter feito a cidade ganhar a reputação de “metrópole do Mediterrâneo que nunca dorme”. Tel Aviv é a capital financeira do país e um grande centro de artes cênicas e de negócios.

Pontos de interesse

Museu de Arte de Tel Aviv: O museu conta com exposições temporárias e permanentes, incluindo pinturas, desenhos, gravuras, escultura e fotografias de artistas israelenses e estrangeiros do século XVI aos dias de hoje, mas com ênfase no século XX e na arte contemporânea.

Cidade Branca: A Cidade Branca de Tel Aviv é a maior concentração do mundo de prédios no “International Style”, mais conhecido como “Estilo Bauhaus”.

Bauhaus Center: Os moradores e visitantes que circulam pela Tel Aviv de hoje compreendem a importancia da rica herança deixada na paisagem urbana da cidade pelos estilos bauhaus e internacional. Esta galeria é dedicada ao design, arquitetura e  objetos de decoração criados durante esses movimentos.

Independence Hall: Meir Dizengoff, o primeiro prefeito de Tel Aviv, morou aqui. Foi nesta histórica casa que a independência de Israel foi declarada em 14 de maio de 1948. A declaração em detalhe está em exibição nesse local.

Quando visitar?

As melhores épocas para visitar Tel Aviv são de março a abril e de setembro a novembro.

Informações úteis

  • Moeda: Novo Shekel
  • Idioma: Hebraico e Árabe
  • Fuso horário: +2 (UTC)
  • Visto: Brasileiros estão isentos de visto à turismo para permanência de até 90 dias.
  • Clima: Tel Aviv tem um clima mediterrâneo, com verões quentes e agradáveis e invernos úmidos e frescos. A umidade relativa do ar tende a ser elevada durante todo o ano, devido à proximidade da cidade com o mar. No inverno, as temperaturas raramente caem abaixo de 5°C e são geralmente entre 10°C e 15°C. No verão a média é de 26°C, e frequentemente as temperaturas diurnas excedem os 32°C.
  • Maiores informações: http://www.visit-tlv.com/ (em inglês)

Taipei, Taiwan

18 nov

Taipei - Taipei 101

Taipei é a capital de facto e maior cidade da República da China. Taipei é grande, movimentada, ultramoderna. Localizada ao norte da ilha de Taiwan, a metrópole de 3 milhões de habitantes é cortada por dois rios e rodeada por montanhas. Tem internet wi-fi em quase toda esquina, um sistema eficiente de metrô suspenso e linhas amplas de trem bala, mas também enfrenta problemas tópicos de cidade grande, como trânsito e poluição.

Pontos de interesse

Taipei 101: Com 508 metros de altura, o Taipei 101 é o prédio mais alto do mundo. Inaugurado em 2004, ele funciona como centro financeiro e comercial. O observatório fica no 89° andar e para chegar lá é preciso pegar um elevador que sobe a uma velocidade de 1.010 metros por minuto. Lá de cima, Taipei parece até maquete.

Templo de Confúcio: O templo dedicado ao filósofo chinês Confúcio é um dos mais visitados da cidade. Moradores, turistas e principalmente estudantes vão até lá pedir por sabedoria.

Museu de Belas Artes de Taipei: Toda produção artística recente do país está no Museu de Belas Artes de Taipei. A coleção reúne trabalhos dos séculos 19 e 20, de artistas locais e também alguns estrangeiros. Mas o forte do museu são as exposições temporárias, com acervos de outras instituições como o Centre George Pompidou, de Paris.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Taipei é de outubro a janeiro, quando o tempo está confortavelmente fresco e claro. De abril a outubro é a estação das chuvas, com tufões ocasionais no verão. A cidade praticamente fecha por quase uma semana durante o Ano Novo chinês (que geralmente cai no final de janeiro ou no início de fevereiro).

Informações úteis

  • Moeda: Dólar Taiwanês
  • Idioma: Mandarim e inglês
  • Fuso horário: +8 (UTC)
  • Visto: Brasileiros necessitam de visto de entrada em Taiwan.
  • Clima: Taipei tem um clima subtropical úmido. A temperatura média anual é de 23°C, com temperaturas médias de 29°C no verão e 11°C no inverno.
  • Maiores informações: http://www.taipeitravel.net/en/ (em inglês)

Seul, Coreia do Sul

6 nov

Seul - Santuário de Chongmyo

Seul é a capital, bem como a maior e mais importante cidade da Coreia do Sul, situada no noroeste do país, nas margens do Rio Han. A cidade é o principal e mais desenvolvido centro financeiro e comercial da Coreia do Sul, e um dos principais do continente asiático e do mundo. Seul é, como tantas outras cidades asiáticas, uma encruzilhada entre o tradicional e o moderno. À primeira vista os visitantes podem ter problemas com o congestionamento, de carros e pessoas, e com a fumaça. Mas Seul tem muitas coisas maravilhosas a oferecer. Não há um Centro Histórico como em tantas metrópoles europeias, mas resquícios da antiga e orgulhosa cultura coreana pontilhando cada canto da dinâmica capital da Coreia do Sul.

Pontos de interesse

Museu Nacional da Coréia: é o principal museu de arte e história da Coreia do Sul. Seu acervo é formado por mais de 190 mil peças, e sua sede monumental, projetada por Chang-Il Kim em uma arquitetura moderna, mas inspirada nas antigas fortalezas coreanas, o torna o maior museu da Ásia e o sexto maior museu do mundo em área construída, tendo sido projetado para resistir a fogo e terremotos de magnitude 6 na escala Richter. Toda a sua museografia também é desenhada para resistir a abalos sísmicos, evitando danos às peças expostas.

Santuário de Chongmyo: é o mais velho e mais autêntico dos santuários reais confucianos que foram preservados. Consagrado aos antepassados da dinastia de Choson, tem atualmente o aspecto que tinha no século XVI e abriga tabuletas que registram os ensinamentos da família real anterior. Cerimónias rituais que ainda unem música, canção e dança acontecem lá, perpetuando uma tradição que vem do século XIV. Foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO em 1995.

Palácio Gyeongbokgung: o maior palácio da Dinastia Josean (que governou o país de 1392 a 1910) foi construído em 1867, a partir das ruínas de um palácio de 1395. Um dos seus grandes atrativos é a troca da guarda, que acontece seis vezes ao dia. Lá dentro há vários outros: um lago cercado de árvores e bancos, roupas de época para os visitantes vestirem, templos, jardins e aquela típica arquitetura asiática com detalhes coloridos nos telhados, nos tetos e nas fachadas. Tem visitas guiadas gratuitas em coreano, inglês, japonês e chinês. O complexo ainda tem o Museu Nacional do Folcore, com um acervo eclético que inclui vasos, instrumentos de agricultura, cenas de cerimônias de casamento e outros rituais próprios do país e uma área a céu aberto com estátuas de pedra. O museu ainda tem uma parte dedicada às crianças, que podem ter contato com a cultura tradicional coreana.

Grande Parque de Seul: bem completo, esse misto de zoológico com jardim botânico tem mais de 3 000 animais, 31 000 plantas de 1.200 espécies. E ainda apresenta shows de golfinhos de mar. a out. – pagos à parte, assim como o zoo infantil, o jardim de rosas, o trenzinho que circula pela área e o “sky lift”, que leva a um observatório do qual se tem uma bela vista da área.

Torre de Seul: localizada no parque Namsan (muito agradável para caminhar e habitado por faisões e esquilos), tem uma vista de 360 graus da cidade do seu ponto mais alto, que está 479 metros acima do nível do mar (236 metros da própria torre e mais 243 metros do monte Namsan, em que está localizada). Pintadas nos vidros estão as distâncias dali em relação a várias cidades do mundo, incluindo Rio de Janeiro (a 18.111,72 km) e Brasília (a 17.522, 25 km). E a torre ainda conta com restaurantes (um deles bem romântico, com a vista da cidade aos seus pés) e o Museu do Urso de Pelúcia. Já na base, em cercas e pequenas árvores de ferro, há milhares de cadeados decorados com corações e nomes de pessoas enamoradas. Eles foram ali presos por casais apaixonados, que depois jogaram as respectivas chaves no meio da densa vegetação, para que seu amor durasse para sempre. Em outro ponto do parque, cinco resquícios das chaminés que, no passado, tinham a função de avisar à população de uma guerra iminente, pois dali se avistava a chegada dos inimigos.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Seul é durante a primavera, de março a maio.

Informações úteis

  • Moeda: Won Sul Coreano
  • Idioma: Coreano
  • Fuso horário: +9 (UTC)
  • Visto: Brasileiros estão isentos de visto à turismo para permanência de até 90 dias.
  • Clima: Em comum com o resto da Coreia do Sul, Seul tem influência de monção, apesar do fato de a Coreia do Sul ser cercada pelos três lados por mares. Verões são geralmente quentes e úmidos,com monções acontecendo no período entre junho e setembro. Agosto, o mês mais quente do ano, tem uma temperatura média de 22°C a 30°C, com temperaturas mais altas possíveis. Os invernos da cidade são normalmente frios quando comparados com outros lugares de latitudes próximas, com uma média de temperatura em janeiro que varia de -7°C a 1°C. Os invernos são geralmente mais secos que os verões, mas há neve em aproximadamente 28 dias todo o ano em Seul.
  • Maiores informações: http://english.seoul.go.kr/ (em inglês)

Petra, Jordânia

20 set

Petra - Al Khazneh (Tesouro)

Petra é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba, perto do Monte Hor e do Deserto de Zin. Em 7 de Julho de 2007 foi considerada, numa cerimônia realizada em Lisboa, Portugal, uma das Novas sete maravilhas do mundo. Petra, o principal cartão-postal da Jordânia está localizado a cerca de 3 horas e meia da capital, Amã. Chamada de “cidade rosa”, Petra (pedra, em grego) foi fundada por volta de 312 a.C. pelo povo dos nabateus, uma tribo nômade árabe. A cidade, então, se transformou em um ponto estratégico das rotas de caravanas, que transportavam incenso, mirra e especiarias pelo Oriente Médio. Foi esquecida pelo tempo e somente os beduínos locais sabiam sua localização, até ser redescoberta em 1812, pelo explorador suíço Johan Ludwig Burckhardt. Para conhecê-la a fundo, serão necessários de dois a três dias, já que suas atrações estão espalhadas por 5,2 quilômetros quadrados, repletos de túmulos, templos, cisternas, teatros etc.

Pontos de interesse

Petra, maravilha do mundo, é, sem sombra de dúvida, o tesouro mais valioso da Jordânia e a maior atração turística. É uma cidade vasta e singular esculpida na própria face rochosa pelos Nabateus, um engenhoso povo árabe que aqui se fixou durante mais de 2000 anos e que a transformou num local importante para as rotas da seda, das especiarias e outras rotas comerciais que ligavam a China, a Índia e a Arábia do Sul ao Egipto, Síria, Grécia e Roma.

A entrada para a cidade é feita pelo “Siq”, um estreito com mais de 1km de comprimento, ladeado por imponentes penedos com 80 metros de altura. Caminhar pelo Siq é, por si só, uma experiência única. As cores e as formações rochosas são impressionantes. À medida que nos aproximamos do fim do Siq, começamos a ver Al-Khazneh (Tesouro).

Esta é uma experiência que suscita admiração. Uma fachada imponente com 30 metros de largura e 43 de altura esculpida na própria face rochosa de um rosa poeirento e que faz com que tudo a seu lado pareça minúsculo. Foi esculpida em inícios do século primeiro para ser o túmulo de um importante rei nabateu e representa o gênio deste povo ancestral.

O Tesouro é apenas uma das maravilhas que compõem Petra. Vai precisar de, pelo menos, quatro ou cinco dias para explorar todo este local. À medida que entra no vale de Petra, vai ficar assombrado com a beleza natural deste local e com os notáveis feitos arquitetônicos. Há centenas de túmulos esculpidos na rocha com gravações intrincadas – ao contrário das casas que, em grande parte, foram arrasadas pelos terramotos, os túmulos foram esculpidos para durarem até à outra vida e 500 sobreviveram, vazios, mas impressionantes quando vistos pelas suas escuras aberturas. Aqui há também uma imponente construção dos Nabateus, Teatro romano com 3000 lugares sentados. Há obeliscos, templos, altares para oferta de sacrifícios e ruas com colunatas e, lá no alto, sobranceiro ao vale, encontra-se o impressionante Mosteiro Ad-Deir – para lá chegar há uma escadaria com 800 degraus cortados na rocha.

No local, há também dois excelentes museus; o Museu Arqueológico de Petra e o Museu Nabateu de Petra ambos com achados das escavações na região de Petra e que dão a conhecer o passado vivo de Petra.

Um tempo do século XIII, mandado construir pelo sultão mameluco Al Nasir Mohammad para comemorar a morte de Aarão, irmão de Moisés, pode ser visitado no Monte Aarão na Cordilheira de Sharah.

No local, há vários artesãos da cidade de Wadi Musa e um acampamento beduíno nas proximidades com bancas montadas e a vender artesanato local, como por exemplo cerâmica e jóias beduínas e garrafas de areia multicolor e estriada, características da região.

O Parque Arqueológico de Petra (PAP) compreende uma área de 264 metros quadrados em Wadi Musa, considerado um local turístico e arqueológico e Patrimônio Mundial registado na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1985. A área tem uma paisagem de cortar a respiração com montanhas de tez rosa cujo ponto principal é a fantástica cidade nabateia de Petra, que foi esculpida na rocha há mais de 2000 anos.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Petra é durante os meses de abril, maio, setembro e outubro, quando o clima é mais agradável.

Informações úteis

  • Moeda: Dinar Jordaniano
  • Idioma: Árabe
  • Fuso horário: +2 (UTC)
  • Visto: Todas as nacionalidades necessitam de visto de entrada na Jordânia.
  • Clima: A média de temperatura em Petra é de 12ºC em Janeiro e 32ºC em Agosto. O verão é bastante quente com as temperaturas entre 36ºC podendo chegar até 49ºC. Por outro lado o inverno pode ser bem frio com neve e as noites no deserto geladas.
  • Maiores informações: http://pt.visitjordan.com/Default.aspx?tabid=63

Pequim, China

18 set

Pequim - Cidade Proibida

Pequim é a capital e a segunda maior cidade da República Popular da China. Pequim, cujo nome em mandarim significa “Capital do Norte”, foi durante séculos, a maior populosa cidade do mundo. Situada ao norte do país, Pequim é famosa pela Cidade Proibida, um conjunto de palácios dos imperadores chineses construído no século XV. A cidade foi capital do Império Chinês de 1421 a 1911. Em 1912, a capital foi transferida para Nanquim, e Pequim tomou o nome de “Beiping”  (literalmente “Paz do Norte”, em mandarim). Ocupada pelos japoneses entre 1937 e 1945, Pequim tornou-se a capital da República Popular da China em 1949, com a denominação atual.

Pontos de interesse

Cidade Proibida: foi o palácio imperial da China desde meados da Dinastia Ming até ao fim da Dinastia Qing. Fica localizada no centro da antiga cidade de Pequim, acolhendo atualmente o “Palácio Museu”. Durante quase cinco séculos serviu como residência do Imperador e do seu pessoal doméstico, sendo o centro cerimonial e político do governo chinês. O título de “Cidade Proibida” surgiu pelo facto de somente o imperador, sua família e empregados especiais tinham a permissão para entrar no conjunto de prédios do palácio. Qualquer outra pessoa que ousasse atravessar seus portões sem a devida autorização, era sujeita a uma execução sumária e dolorosa. No século XX, a Cidade Proibida sofreu uma transformação extraordinária. O século começou com o fim de uma dinastia e a expulsão do último imperador, Puyi. A sua queda em 1912 marcou o fim de séculos de imperialismo e 500 anos da Cidade Proibida como capital do Império Chinês. O palácio foi aberto como museu em 1925, mas sofreu com a ofensiva japonesa em 1931, quando cerca de 19 mil caixas contendo artefatos foram retiradas da Cidade Proibida. Os objetos voltaram a Pequim após a Segunda Guerra Mundial, mas o palácio estava totalmente degradado. O trabalho de recuperação começou em 1950. Notáveis e inesperadas descobertas ainda estão sendo feitas à medida que técnicas antigas são combinadas com a tecnologia moderna para restaurar um dos palácios mais magníficos da Terra. A Cidade Proibida foi declarada Patrimônio Mundial da Humanidade em 1987,estando listado pela UNESCO como a maior colecção de antigas estruturas de madeira preservadas no mundo.

Estádio Olímpico Nacional: O espetacular edifício da dupla suíça Herzog e Meuron foi construído para ser a principal arena para os Jogos Olímpicos de 2008. Sua estrutura externa lhe valeu o apelido de Ninho de Pássaro, mas o que ficou mesmo na lembrança dos espectadores foram as incríveis performances do jamaicano Usain Bolt nas finais (e semifinais e eliminatórias) dos 100 e 200 metros rasos. Isso sem esquecer do ouro de Maurren Maggi no salto em distância. Pouco utilizado para competições esportivas desde então, o estádio nacional serve hoje mais como um enorme monumento aos Jogos.

Praça da Paz Celestial: A principal área pública de Pequim ficou marcada para sempre pelas repressivas reações aos movimentos estudantis de 1989. No entanto, o que se vê hoje são famílias passeando entre sisudos soldados que guardam bandeiras vermelhas e o mausoléu do ‘Grande Timoneiro’. Lá, duas vezes ao dia, o corpo embalsamado de Mao Tsé-tung sobe da geladeira para ser reverenciado pelos turistas. Outros pontos de interesse são a bandeira nacional – onde cerimônias de hasteamento e arriamento ocorrem todos os dias, o Monumento aos Heróis (1958), em memória aos combatentes da Revolução Comunista, e os horrendos edifícios que flanqueam a praça, o Grande Hall do Povo (sede do parlamento de um partido só) e o Museu Nacional da China. Na ponta sul estão o Portão Qian e a Torre da Flecha, tudo o que sobrou da muralha que aqui passava. Já ao norte está o Portão da Paz Celestial, Tian Men, que dá acesso à Cidade Proibida e sobre o qual foi procalamda a República da China, em 1949. O retrato do camarada Mao está lá até hoje para revistar as tropas nas frequentes demonstrações de força do governo.

Templo do Céu: é um dos mais belos monumentos arquitetônicos da cidade e é listado como patrimônio da humanidade pela Unesco. Inserido dentro de um amplo e agradável parque urbano, a principal atração é o templo circular, utilizado para orações do imperador para boas colheitas. Seus elegante telhado triplo e riquíssima decoração o tornam um dos mais belos edifícios de toda a China. Construído originalmente no século 15 e reconstruído em 1889, não foi utilizado nenhum prego ou parafuso em sua edificação, apenas bem elaborados encaixes em um arranjo que representa as estações do ano, os meses e 12 divisões tradicionais do dia. A localização do templo sobre uma plataforma tríplice de mármore dão ao conjunto uma atmosfera ainda mais cerimonial.

Muralhas da China: ficam próximas de Pequim. Há 3 principais locais de visitação. Badaling, por ser a mais próxima da cidade, é a mais visitada (e também a mais cheia). Mutianyu também é bem visitada. Para aquele que preferirem ver a parte das Muralhas que não foi restaurada, Simatai é a melhor opção. Lá, por ser menos visitada, é ideal para tirar excelentes fotos sem pedir licença a milhares de turistas.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Pequim é durante a primavera (de março a maio) ou o outono (de setembro a novembro), quando as temperaturas são amenas. O inverno pode ser bastante rigoroso e é comum nevar. No verão, as temperaturas batem na casa dos 30 ºC frequentemente. Evite o Sul da China de abril a setembro, época de monções.

Informações úteis

  • Moeda: Iuan
  • Idioma: Mandarim
  • Fuso horário: +8 (UTC)
  • Visto: Brasileiros necessitam de visto de entrada na China.
  • Clima: O clima de Pequim é continental. O tempo é praticamente seco em quase todo o ano, mas no verão as monções causam muita chuva. Os invernos são muito frios, registrando temperaturas máximas abaixo de 0 °C nos dias mais frios, mas neva pouco devido à seca, causada pela alta pressão do ar vinda da Sibéria. Os verões são quentes, as temperaturas ficam acima dos 30 °C em vários dias da estação. O outono e a primavera são estações de transição entre o frio e o calor e, assim como o inverno, são estações secas.
  • Maiores informações: http://www.ebeijing.gov.cn/ (em inglês)

Nova Déli, Índia

3 set

Nova Déli - Templo de Lótus

Nova Déli é a capital da Índia. Com uma área total de 42,7 km², a cidade situa-se dentro da metrópole de Déli, e atualmente serve como sede do Governo da Índia. Projetada pelo arquiteto britânico Edwin Lutyens, Nova Déli é conhecida por seus bulevares amplos e cercados por árvores, e por ser sede de diversas instituições e monumentos nacionais. Desde 1947 é a capital do país, tendo já sido a capital da colônia britânica antes da independência (antes disso a capital colonial da Índia era Calcutá).

Pontos de interesse

Porta da Índia: é um monumento nacional situado em Rajpath, o coração da cidade indiana de Nova Déli. Homenageia os soldados mortos durante a Segunda Guerra Mundial e nas Guerras Afegãs. Este arco do triunfo, chamado inicialmente Memorial de Todas as Guerras Indianas, foi construído pelo arquitecto Edwin Lutyens para lembrar os soldados indianos caídos durante a Primeira Guerra Mundial e as Guerras Afegãs de 1919. Os nomes destes soldados, 85.000 no total, estão inscritos nas paredes do monumento.

Templo Akshardham: é o maior templo hindu do mundo. Planejado pelo sadhu Shastri Narayanswarupdas, foi construído com a ajuda de 3.000 voluntários e 7.000 artesãos. Akshardham, uma das maiores atrações da Índia, atrai cerca de 70% dos turistas que visitam Nova Déli.

Túmulo de Humayun: é o mais antigo mausoléu mogol de Nova Déli e uma das mais extraordinárias construções históricas da cidade. Foi a primeira das grandes construções do período mogol. O mausoléu foi mandado construir pela viúva de Humayun no século XVI em honra do seu marido. É declarado pela Unesco como parte do patrimônio mundial.

Jami Masjid: É a maior mesquita do país, em época de festivais seu pátio chega a receber 25 mil fiéis. Ela foi construída no século 17 pelo imperador Shah Jahan. Um mirante de 40 metros de altura proporciona uma bela vista de Nova Déli. É preciso deixar os sapatos do lado de fora (quem se incomoda em andar descalço pode usar meias).

Templo de Lótus: é uma Casa de Adoração situado em Nova Déli, e uma atração destacada na cidade. O templo foi projetado por Fariborz Sahba, um arquiteto do Irã, e levou 6 anos para ser completado, sendo que a construção iniciou no dia 21 de Abril de 1980, e o edifício foi formalmente dedicado à Unidade de Deus, Unidade da Religião e a Unidade da Humanidade em Dezembro de 1986. Nove portas se abrem em um salão central, capaz da sustentação de 2.500 pessoas. Um poucos mais de 40 metros de altura, sua superfície brilhante é de mármore branco, o templo parece às vezes flutuar acima de seus 26 acres, nove lagoas circunvizinhas. Desde sua inauguração à adoração pública em dezembro 1986, a Casa de Adoração Bahá’í em Nova Déli tem atraído mais de 50 milhão visitantes, o que o torna um dos edifícios mais visitados no mundo, mais até do que a torre Eiffel e o Taj Mahal.

Quando visitar?

Os melhores meses para visitar Nova Déli são janeiro, fevereiro, novembro e dezembro, que é quando o clima fica mais agradável.

Informações úteis

  • Moeda: rúpia indiana
  • Idioma: Híndi e Inglês
  • Fuso horário: +5:30 (UTC)
  • Visto: a Índia exige visto de cidadãos brasileiros que viagem para lá, seja com a finalidade de trabalho ou turismo.
  • Clima: Nova Déli apresenta um clima acentuadamente continental, devido à sua distância do litoral e das cadeias de montanha próximas. As temperaturas variam de 40°C, durante o verão, a cerca de 4°C durante o inverno. Déli possui um clima semi-árido, com grandes variações entre as temperaturas em cada estação. Os verões são longos, do início de abril a outubro, com a estação das monções no meio; enquanto os invernos começam em novembro e têm o seu auge em janeiro. A média de temperatura anual é de 25°C.
  • Maiores informações: http://www.delhitourism.gov.in (em inglês)

Meca, Arábia Saudita

5 ago

Meca - Masjid al-Haram

Meca é uma cidade da Arábia Saudita situada na província homônima. A tradição islâmica atribui sua fundação aos descendentes de Ismael. No século VII, o profeta islâmico Maomé proclamou o Islã na cidade que era, então, um importante centro comercial. Após 966, Meca passou a ser governada por xarifes locais. Com o fim da autoridade do Império Otomano sobre a região, em 1916, os governantes locais fundaram o Reino Hashemita do Hejaz. O reino, inclusive Meca, foi absorvido pela dinastia saudita em 1925. Durante o período moderno, a cidade vivenciou uma expansão colossal, tanto em termos de tamanho quanto de infraestrutura. Meca é considerada a cidade mais sagrada para a religião islâmica, e seus adeptos costumam orar voltados para ela. Anualmente mais de 13 milhões de muçulmanos a visitam, incluindo os milhões que realizam a peregrinação conhecida como Hajj. Como decorrência disto, Meca se tornou uma das cidades mais cosmopolitas e diversificadas do mundo islâmico. A entrada na cidade, no entanto, é proibida a pessoas que não sejam muçulmanas.

Pontos de interesse

Masjid al-Haram:  também conhecida como Grande Mesquita ou Mesquita Al-Haram, é uma mesquita considerada o maior centro de peregrinação do mundo. é o lugar mais sagrado do Islamismo. Cerca de 1 bilhão de muçulmanos se voltam para ela cinco vezes ao dia para rezar, obedecendo aos preceitos do Alcorão. Possui atualmente cerca de 86,8 mil metros quadrados, a mesquita é, em sua grande parte, um gigantesco pátio a céu aberto. Ela tem a capacidade de abrigar cerca de 2 milhões de pessoas de uma única vez.

Caaba: é uma construção que é reverenciada pelos muçulmanos, na mesquita sagrada de Al Masjid Al-Haram em Meca, e é considerado pelos devotos do islã como o lugar mais sagrado do mundo. A Caaba é uma construção cúbica de 15,24 metros de altura, e é cercada por muros de 10,67 metros e 12,19 metros de altura. Ela está permanentemente coberta por uma manta escura com bordados dourados que é regularmente substituída. Em seu exterior, encravada em uma moldura de prata, encontra-se a Hajar el Aswad (“Pedra Negra”), uma pedra escura, de cerca de 50 centímetros de diâmetro, que é uma das relíquias mais sagradas do islã. Ela é, provavelmente, o resto de um meteorito.

Abraj Al Bait Towers: é um complexo de arranha-céu construído na cidade de Meca. A torre do complexo é a mais alta da Arábia Saudita e uma das mais altas do mundo, com 601m de altura. Todas as sete torres do complexo estão agrupadas em um único edifício, e a sua área de construção é uma das maiores do mundo, com 1 500 000 m². O edifício detém vários recordes: o mais alto hotel do mundo, a mais alta torre de relógio do mundo, e o maior mostrador de relógio do mundo, a maior área coberta de um edifício, e o segundo mais alto do mundo, apenas ultrapassado pelo Burj Khalifa no Dubai. Fica apenas a poucos metros da maior mesquita do mundo e do local mais sagrado do Islã, o Masjid al Haram.

Monte Arafat: é uma colina de granito, com altura aproximada de 70m, situada a leste de Meca, onde o profeta Muhammad – o último profeta do Islã – fez seu Sermão de Adeus, no nono dia do Dhu al-Hijjah, no ano 10 do calendário hegírico (ou 632 da Era Cristã), dirigindo-se aos muçulmanos que o acompanharam no hajj, no final de sua vida.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Meca é entre os meses de outubro e maio, que é quando o clima fica mais agradável.

Informações úteis

  • Moeda: Ryial
  • Idioma: Árabe
  • Fuso horário: +3 (UTC)
  • Visto: Brasileiros precisam de visto para entrar na Arábia Saudita.
  • Clima: Ao contrário de outras cidades da Arábia Saudita, Meca mantém uma temperatura quente durante o inverno, que vai de 17°C à noite até 25°C durante as tardes. As temperaturas no verão são muito elevadas, e ultrapassam a marca de 40°C durante as tardes, chegando aos 30°C durante as noites. As chuvas costumam ocorrer, em pequenas quantidades, durante os meses de novembro de janeiro.
  • Maiores informações: http://www.holymakkah.gov.sa/Pages/default.aspx (em árabe)
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