Seul, Coreia do Sul

6 nov

Seul - Santuário de Chongmyo

Seul é a capital, bem como a maior e mais importante cidade da Coreia do Sul, situada no noroeste do país, nas margens do Rio Han. A cidade é o principal e mais desenvolvido centro financeiro e comercial da Coreia do Sul, e um dos principais do continente asiático e do mundo. Seul é, como tantas outras cidades asiáticas, uma encruzilhada entre o tradicional e o moderno. À primeira vista os visitantes podem ter problemas com o congestionamento, de carros e pessoas, e com a fumaça. Mas Seul tem muitas coisas maravilhosas a oferecer. Não há um Centro Histórico como em tantas metrópoles europeias, mas resquícios da antiga e orgulhosa cultura coreana pontilhando cada canto da dinâmica capital da Coreia do Sul.

Pontos de interesse

Museu Nacional da Coréia: é o principal museu de arte e história da Coreia do Sul. Seu acervo é formado por mais de 190 mil peças, e sua sede monumental, projetada por Chang-Il Kim em uma arquitetura moderna, mas inspirada nas antigas fortalezas coreanas, o torna o maior museu da Ásia e o sexto maior museu do mundo em área construída, tendo sido projetado para resistir a fogo e terremotos de magnitude 6 na escala Richter. Toda a sua museografia também é desenhada para resistir a abalos sísmicos, evitando danos às peças expostas.

Santuário de Chongmyo: é o mais velho e mais autêntico dos santuários reais confucianos que foram preservados. Consagrado aos antepassados da dinastia de Choson, tem atualmente o aspecto que tinha no século XVI e abriga tabuletas que registram os ensinamentos da família real anterior. Cerimónias rituais que ainda unem música, canção e dança acontecem lá, perpetuando uma tradição que vem do século XIV. Foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO em 1995.

Palácio Gyeongbokgung: o maior palácio da Dinastia Josean (que governou o país de 1392 a 1910) foi construído em 1867, a partir das ruínas de um palácio de 1395. Um dos seus grandes atrativos é a troca da guarda, que acontece seis vezes ao dia. Lá dentro há vários outros: um lago cercado de árvores e bancos, roupas de época para os visitantes vestirem, templos, jardins e aquela típica arquitetura asiática com detalhes coloridos nos telhados, nos tetos e nas fachadas. Tem visitas guiadas gratuitas em coreano, inglês, japonês e chinês. O complexo ainda tem o Museu Nacional do Folcore, com um acervo eclético que inclui vasos, instrumentos de agricultura, cenas de cerimônias de casamento e outros rituais próprios do país e uma área a céu aberto com estátuas de pedra. O museu ainda tem uma parte dedicada às crianças, que podem ter contato com a cultura tradicional coreana.

Grande Parque de Seul: bem completo, esse misto de zoológico com jardim botânico tem mais de 3 000 animais, 31 000 plantas de 1.200 espécies. E ainda apresenta shows de golfinhos de mar. a out. – pagos à parte, assim como o zoo infantil, o jardim de rosas, o trenzinho que circula pela área e o “sky lift”, que leva a um observatório do qual se tem uma bela vista da área.

Torre de Seul: localizada no parque Namsan (muito agradável para caminhar e habitado por faisões e esquilos), tem uma vista de 360 graus da cidade do seu ponto mais alto, que está 479 metros acima do nível do mar (236 metros da própria torre e mais 243 metros do monte Namsan, em que está localizada). Pintadas nos vidros estão as distâncias dali em relação a várias cidades do mundo, incluindo Rio de Janeiro (a 18.111,72 km) e Brasília (a 17.522, 25 km). E a torre ainda conta com restaurantes (um deles bem romântico, com a vista da cidade aos seus pés) e o Museu do Urso de Pelúcia. Já na base, em cercas e pequenas árvores de ferro, há milhares de cadeados decorados com corações e nomes de pessoas enamoradas. Eles foram ali presos por casais apaixonados, que depois jogaram as respectivas chaves no meio da densa vegetação, para que seu amor durasse para sempre. Em outro ponto do parque, cinco resquícios das chaminés que, no passado, tinham a função de avisar à população de uma guerra iminente, pois dali se avistava a chegada dos inimigos.

Quando visitar?

A melhor época para visitar Seul é durante a primavera, de março a maio.

Informações úteis

  • Moeda: Won Sul Coreano
  • Idioma: Coreano
  • Fuso horário: +9 (UTC)
  • Visto: Brasileiros estão isentos de visto à turismo para permanência de até 90 dias.
  • Clima: Em comum com o resto da Coreia do Sul, Seul tem influência de monção, apesar do fato de a Coreia do Sul ser cercada pelos três lados por mares. Verões são geralmente quentes e úmidos,com monções acontecendo no período entre junho e setembro. Agosto, o mês mais quente do ano, tem uma temperatura média de 22°C a 30°C, com temperaturas mais altas possíveis. Os invernos da cidade são normalmente frios quando comparados com outros lugares de latitudes próximas, com uma média de temperatura em janeiro que varia de -7°C a 1°C. Os invernos são geralmente mais secos que os verões, mas há neve em aproximadamente 28 dias todo o ano em Seul.
  • Maiores informações: http://english.seoul.go.kr/ (em inglês)
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